Silmar Strübbe Silmar Strübbe
jan 19 th, 2018
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Tendências Organizacionais para 2018. Vamos tirar o projeto da gaveta?

Apesar dos desafios da economia, as empresas, fecharam 2017 com um crescimento de 14,8% em sua receita líquida, conforme pesquisa realizada pela Deloitte.

Para 2018, as perspectivas são otimistas: será o ano da estabilização, com a retomada de negócios. Ainda que não seja possível  prever o resultado,  a expectativa de melhora do cenário econômico é uma unanimidade e as empresas já começam a tirar alguns projetos da gaveta, o que deve trazer um impacto positivo ao cenário de uma forma geral.

Assim, com o objetivo de identificar as tendências e as expectativas do mercado para 2018 – um ano que combina a possibilidade de prosseguimento das reformas estruturantes (Tributária e Previdência) com o contexto de eleições gerais, e com uma Copa do Mundo no meio do caminho – pretendemos fornecer informações pertinentes para auxiliar você, profissional, e sua empresa a tomarem as melhores decisões no que tange a projetos de investimento em contratação, qualificação e preparação de sua equipe.

Pesquisas realizadas pelas consultorias Deloitte e Robert Half indicam uma aposta na recuperação econômica, no aumento das receitas e na retomada de investimentos bem como das contratações.

Será o ano de uma mudança estratégica para as empresas, devido ao provável fim do período de retração vividos nos últimos três anos, pelo menos, que as obrigaram a organizarem-se e a reinventarem-se por questões de sobrevivência, com ajustes em seu ambiente interno.

Esse é momento de inovação, criação, mudança de estratégia e de investimento em tecnologia como forma de continuar o seu negócio. Segundo a Deloitte, 56% das empresas pesquisadas preveem lançar novos produtos e serviços em 2018.

Para tanto, os principais investimentos previstos são:

  • Substituir máquinas, equipamentos e instalações (40%);
  • Ampliar os pontos de vendas (19%);
  • Ampliar os atuais parques fabris (16%).

Em 2018, será fundamental que os empresários, os líderes, invistam em inovação e cuidem da sua força de trabalho por meio de uma educação contínua, permanente e de promoção do bem-estar da sua força de trabalho.

Conforme dados apresentados pela Deloitte, verificamos o investimento que se faz necessário no Capital Humano pelas organizações, tanto em treinamento, como para aumentarem seus quadros, a partir de novas contratações.

Figura 1 .Fonte: Deloitte 2017

Isso não significa, no entanto, que recrutar será simples e fácil. Existe uma diferença entre o que o empregador busca e o que os candidatos têm a oferecer. E esse cenário demanda uma análise de ambos os lados. Para os profissionais em busca de recolocação ou dispostos a fazerem ‘movimentos’ na carreira, é importante realizar uma boa leitura do mercado.

As empresas, por outro lado, têm de ser claras e transparentes  em relação aos seus objetivos, seja na hora da contratação, seja dentro ‘de casa’, visando à retenção de talentos.

A seguir, os principais pontos a serem observados por ambos:

Por parte do profissional:

  • O que a empresa busca?
  • Quem é o candidato ideal?
  • Quais habilidades são exigidas?
  • Quais as competências comportamentais exigidas?
  • Estou preparado?
  • Os profissionais estão preparados?

Por parte das empresas:

  • O que você espera do novo profissional?
  • Qual o perfil ideal para a função?
  • Muitas vezes, ele não é o que tem mais experiência, mas, sim, o que compartilha dos interesses e valores da companhia.
  • Os colaboradores têm recebido feedbacks frequentes?
  • A comunicação interna está clara?
  • As expectativas da empresa com relação a seu trabalho e entrega estão claras?

Portanto, quando as informações estão alinhadas, fica mais fácil mais construir uma equipe coesa e engajada, o que impacta diretamente a produtividade e, por consequência, os resultados da empresa.

Treinamento & Desenvolvimento

Ao analisar o dado apresentado pela consultoria Deloitte, de que 45% das empresas ampliarão os investimentos em treinamento, é importante estabelecer um contraponto com o gráfico apresentado pela consultoria Robert Half. Confira;

Com base nesse gráfico, fica claro em que área se faz necessário investir, ou seja, 44% em Desenvolvimento de Liderança. Falamos que este é o momento da inovação, da criação e estratégias de crescimento, e, portanto, de investirmos nos nossos líderes; afinal, eles serão os inspiradores para as equipes atingirem os seus objetivos.

Como faço isto acontecer?

Diante de um cenário de mudanças e incertezas, as empresas precisam encontrar soluções que lhes permitam continuar com suas atividades, fazer acontecer e evoluir os processos e negócios. Mas, e se a sua equipe está sobrecarregada ou se você não dispõe de especialistas para ajudá-lo na estratégia?

Qual solução adotar?

Uma das soluções encontradas pelas empresas é buscar no mercado profissionais especialistas, denominados de consultores que podem apontar soluções para o problema, além de transferirem todo o conhecimento para os colaboradores da empresa, orientando na reformulação de processos, assim como no combate às origens do contratempo, se for o caso. Essa tendência tem ganhado força, principalmente porque não se faz necessário e não há necessidade de inchar a empresa com contratações para um projeto que tem data programada para início e término ou para um desafio que precisa ser resolvido pontualmente.

A flexibilidade está entre as principais vantagens de trabalhar com profissionais por projetos, seguido pela possibilidade de contar com capacidade extra para períodos de maior sobrecarga e, ainda, saber como trabalham colaboradores que podem, no futuro, fazer parte do quadro de funcionários da companhia.

Chegou a hora de cadastrar seu projeto e encontrar no mercado os melhores consultores empresariais e profissionais de educação corporativa.

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Autor: Silmar Strübbe

Colaborador Beefind

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